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| A anistia geral coincide com manisfestações apoio ao regime de Assad |
No dia 31 de maio deste ano, o presidente síria decretou anistia geral que incluía os presos políticos e os membros da Irmandade Muçulmana para os réus que tivessem cometido algum delito até aquela data. Naquela ocasião, o indulto consistia no perdão da metade da pena sempre e quando não houvesse denúncia interposta por alguém.
Desta vez, o decreto coincide com grandes manifestações nas principais cidades do país em apoio ao regime de Assad e seu programa de reformas. As passeatas acontecem em Damasco, Aleppo (norte), Deraa (sul), Homs (centro) e Tartus (leste), entre outras cidades. Na capital, milhares de pessoas se reuniram na praça de Amawin.
Segundo o opositor Observatório Sírio para os Direitos Humanos, 1.310 civis e 341 militares e policiais morreram desde meados de março pela repressão das manifestações.
Com informações do UOL


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