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| Recém eleita, diretora do FMI enfrenta investigações |
A investigação parte da Corte de Justiça da República (CJR) a única instância jurídica da França capaz de investigar a conduta de ministros e ex-ministros pelo proceder das suas funções.
Cristine Lagarde foi acusada de abuso de poder enquanto dirigia o Ministério da Economia e das Finanças da França. Segundo os promotores, quando ela esteve no mandato teria favorecido, em 2008, a liberação de um pagamento no valor de 285 milhões de euros como indenização ao empresário Bernard Taipe. Ele alegava ter sido fraudado pelo banco Crédit Lyonnais por ocasião da venda da sua participação na Adidas em 1993, na época o banco pertencia ao governo.
Se condenada Cristine lagarde poderá receber a pena de 10 anos de prisão e uma multa de 150 mil euros. Segundo os advogados o processo de investigação não irá alterar as funções de Lagarde no posto de diretora do FMI.
Apesar do constrangimento que a França enfrenta após dois escândalos seguidos Cristine Lagarde segue normalmente o trabalho na direção do FMI. Atualmente ela tem acompanhado os desdobramentos da crise americana. Devido às características da justiça francesa, estima-se que haverá longo período para a conclusão do processo.
Com informações Folha.com


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